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Viajar (quase) de graça: é possível?


Viajar pelo mundo e conhecer novas culturas e pessoas é um sonho compartilhado por quase todas as pessoas, mas infelizmente ainda é uma realidade restrita: nem todo mundo consegue juntar uma grana para bancar do próprio bolso passagens de avião, trem, ônibus, acomodações, alimentação e várias outras questões básicas de sobrevivência.
Nos últimos anos, entretanto, viajar o mundo ficou mais fácil e vários sites e iniciativas estão promovendo novas noções de turismo sustentável, compartilhado e barato. Listamos aqui algumas dicas para quem quer curtir o mundo e ultrapassar fronteiras sem zerar o saldo bancário no fim do mês. Olha só:


Viagens de ônibus gratuitas pelo Brasil
Pouca gente sabe, mas jovens de 15 a 19 anos podem viajar de ônibus pelo Brasil sem pagar nada. O direito, assegurado pelo Estatuto da Juventude (lei nº 12.852/2013, decreto nº 8.537/2015), foi regulamentado em 2016 e prevê a reserva, por viagem, de até duas vagas gratuitas para jovens de baixa renda comprovada. Quando as passagens se esgotam, a lei prevê mais duas vagas com desconto de no mínimo 50% do valor. Esse desconto vale apenas para linhas interestaduais, e o jovem que quiser utilizar esses benefícios precisa estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.

Worldpackers
O site oferece que viajantes do mundo inteiro possam trocar serviços por hospedagem e, por vezes, alimentação. Após pagar uma taxa para usar o serviço por um ano (você também pode optar por pagar uma taxa menor caso vá usar o serviço apenas uma vez), você pode escolher para onde quer ir e ver quais anfitriões estão procurando por alguém. Entre os serviços requisitados estão jardinagem, recepção em hostels/hoteis, cozinha/gastronomia, assessoria de imprensa/mídias sociais, limpeza, trabalhos de construção, aulas de yoga, tradutores e outras ocupações diversas.

WWOOF
O programa, batizado de World Wide Opportunities on Organic Farms, recebe voluntários do mundo inteiro interessados em ajudar na manutenção e trabalhos diários de fazendas orgânicas. A idéia é que o voluntário ajude de quatro a seis horas diárias em tarefas como fazer compostagem, ordenhar animais, cultivar plantas e legumes, colheita, jardinagem, cortar lenha, fazer laticínios e vinhos e outros trabalhos rurais. Em troca, o dono da propriedade oferece hospedagem e alimentação.
Para quem gosta da idéia de trabalhar ao ar livre e viajar o mundo sem pagar hospedagem, a iniciativa pode ser vantajosa. Só é preciso ficar de olho em armadilhas e ler bastante sobre os anfitriões antes de viajar. Carga horária, condições específicas de moradia e regras de cada fazenda precisam ser combinadas antes da viagem.


Couchsurfing
Quem quer se hospedar sem pagar nada e ter a companhia de um local pode escolher viajar pelo Couchsurfing. O serviço reúne anfitriões de mais de 240 países que recebem os viajantes sem cobrar nada. Ser escolhido por um anfitrião, entretanto, leva tempo, conversa e algumas referências. O segredo é fazer um perfil caprichado, dizendo tudo sobre você, suas viagens e o que pode oferecer ao anfitrião (ensino de línguas, experiência em outras viagens, conhecimentos sobre alguma área). Para conseguir suas primeiras referências e facilitar que um anfitrião te hospede, vale fuçar nas comunidades de Couchsurfing e ver quando rolam os encontros presenciais em sua cidade. Assim como qualquer serviço do tipo, vale ficar de olho se os anfitriões escolhidos têm bons feedbacks para evitar experiências ruins. 

Au Pair
Se você tem jeito com crianças, uma boa ideia para viajar o mundo pode ser uma vaga como au pair. Em geral, o viajante se hospeda com uma família local e, em troca de um lugar para ficar e alimentação, cuida das crianças e adolescentes da casa e faz algumas tarefas domésticas. O ideal é sempre se candidatar a tais vagas por sites confiáveis e conversar muito com seu anfitrião para deixar tudo combinado, principalmente em relação a carga horária e o que poderá ser requisitado ou não do viajante. Além das passagens, fica por conta do viajante a movimentação em busca de passaportes e vistos.

 

Por: Stefanie Gaspar

 


Oxente! Nós estamos em Recife!!

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